Meu validador ainda funciona, devo trocar por um novo?

Vamos direto ao ponto, a resposta é sim, está na hora de modernizar e evoluir. Não estamos falando isso só porque somos uma empresa de bilhetagem. A reflexão aqui vai além.

Zona de conforto

Até pouco tempo atrás, o validador tinha a função quase exclusiva de fazer o débito no cartão do usuário. Um equipamento embarcado valioso, capaz de controlar o fluxo de pessoas dentro dos ônibus ou na estação, registrar a modalidade de pagamento (dinheiro, vale-transporte, cartão de benefício entre outros) e, principalmente, automatizar o recebimento da tarifa.

Pelo menos do nosso lado, podemos afirmar que os validadores mais antigos continuam executando esta função muito bem. Os dados de baixo índice de manutenção da base implantada em nossos clientes é a prova da robustez dos validadores Empresa 1. Por um lado, isso é muito bom para a operação, é econômico e evita transtorno.

Porém, por outro lado, estes equipamentos mais antigos ainda operam 100% offline. Ou seja, além de exigirem a execução de alguns processos de forma manual, dependem do retorno do veículo na garagem para coleta / entrada de dados. O que na prática significa uma operação sempre com “delay”.

 

A modernização como impulso para evolução

Em um mundo tão conectado e ágil como o atual, esse modelo offline incomoda. Principalmente, em uma realidade em que o operador precisa deixar a prestação de serviço de transporte mais eficiente. Por isso a importância de potencializar todos os recursos embarcados. Oferecer mais ao usuário, com menor custo operacional. Mesmo que os seus validadores antigos continuem fazendo as funções mencionadas acima.

Se você ainda não está convencido, vamos listar alguns benefícios práticos:

Mais para o usuário

  • O primeiro ganho está relacionado a forma de pagamento. Os validadores antigos trabalham exclusivamente com cartões do transporte. Já sabemos que para ser mais competitivo, o transporte público precisa oferecer mais opções para seus clientes. Os novos equipamentos podem vir equipados com leitor de código 2D, para tickets com QR Code, e antena EMV, para uso de cartões bancários (crédito ou débito) por aproximação, sem a necessidade de senha.
  • Outro ganho também relacionado ao pagamento é a recarga online. Com os validadores conectados é possível fazer atualizações de tabela de recarga em questão de poucos minutos. O seu cliente não precisa mais esperar o dia seguinte para ter acesso ao crédito feito no cartão.

 

Melhor para sua gestão:

  • No aspecto da conectividade os ganhos são muitos:
    • A atuação imediata no caso de identificação de fraude é um exemplo. É possível atualizar lista de cartões restritos muito mais rápido, evitando assim que o problema ganhe proporção maior.
    • Outra facilidade é o acompanhamento da operação da bilhetagem em tempo real, que permite monitorar todos os ativos e transações (validadores conectados, Wi-Fi ativos, transferência de arquivos, sinal de GPS, consumo de pacote de dados 3G/4G) a atuar muito mais rápido.
  • Mas não é só a conectividade. Os novos validadores também estão mais robustos, aptos a exercer novas funções, como por exemplo operar como AVL.

Tudo que apresentamos neste artigo já vem sendo vivenciado por algumas cidades, mas ainda vemos muitas outras praças presas em um modelo restrito. Queremos ajudar o transporte público a dar mais este passo. É hora de modernizar.

 

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