Transformação digital na saúde aplicada à processos

Certamente você deve ter visto outros artigos falando sobre transformação digital na área de saúde. Por isso mesmo, antes de você sair pensando em coisas futurísticas e que aparentemente estão distantes da sua realidade queremos deixar clara a nossa intenção. Falar sobre transformação digital para melhorar processos e alcançar resultados práticos. E rápido.

A evolução da tecnologia nos propiciou novas formas de rever processos e melhora-los. O que antes acontecia de forma gradativa, com pequenas automações e adaptações de processo, hoje é potencializado. Com novos recursos e alta concectividade, temos a possibilidade de mudar por completo o modo de executar processos. Isso é transformação digital aplicada a resultados.

Sempre que alguma descoberta traz uma nova reflexão, temos uma nova onda

Foi assim com a Pesquisa Operacional (PO)  nos anos 60. Em seguida veio o Desenvolvimento Organizacional (DO) de 1965 a 75. O Enriquecimento de Tarefas, na década de 70. Até que, a partir de 1980, os Círculos de Qualidade (CQ), a Qualidade Total e o Just-in-Time tomaram a dianteira, passando pela O&M, Downsizing…

Afinal, o campo da gestão é o de maior produção acadêmica do mundo. A academia busca exemplos reais nas empresas. De forma inversa, os gestores se mostram ávidos por teorias que os ajudem a melhorar a forma de se fazer.

 

Transformação digital na saúde aplicada à processos

O objetivo de uma operadora é mitigar as consequências financeiras adversas nos serviços. Isto é atingido através do gerenciamento dos riscos a que estão expostas, e a tecnologia pode ser uma grande aliada neste momento.

Como trabalhamos com implantação de projetos em áreas de TI, que já tendem a executar muitos de seus processos de forma automática, temos o desafio de mostrar a nossos clientes que eles podem ir além. Substituir a biometria por assinatura pela biometria facial é um exemplo de como subir um degrau, deixando o processo mais automático e seguro.

Antes os consultórios e clínicas preenchiam a planilha de presença e a enviavam para a Operadora, com as assinaturas dos clientes. Além de ser um processo trabalhoso, havia custo com impressão, armazenamento e digitalização das guias.

Com a biometria facial, o processo melhorou muito. A atendente, que antes tinha que preencher a planilha para o cliente assinar, passou a apenas fazer a captura de imagem para assinatura facial. A operadora substituiu um processo “pouco transparente” por uma solução automática e auditável. Nas palavras do cliente:

“Menos tempo, processos melhores, sem papel e com maior eficiência e segurança para a operadora e para os pacientes”. Michele Roldão Giordano da Unimed Avaré

Aprendizado além da tecnologia

Alguns educadores em saúde, que trabalham com medicina preventiva, citam que quando uma pessoa adota alimentação mais saudável, é comum que ela se interesse por exercícios físicos e influencie o conjugue e os amigos. Com a cultura da prevenção a fraudes, acontece o mesmo, a operadora começa a se questionar sobre quais processos são seguros e com isto melhora a governabilidade e o uso da tecnologia com um proposito claro e específico.

A propósito, máquina não tem inteligência. O aprendizado da máquina é suportado pelo software escrito por um humano.

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